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Um Conceito de Amor

O amor é uma obra de arte. Sua pureza e ternura são livres de todo o aprendizado do restante da vida.Sua beleza é inexperiente e profunda, fruto da sinceridade esperta e lenta que vai se esvaindo com as decepções com as quais a vida nos presenteia.
O tempo dá forma à ingenuidade do amor, lapidando o diamante cujo valor é imensurável e ao mesmo tempo tão simples.
Nem tudo o que é complexo demais é alvo de atenção. A física quântica, geometria espacial, constituições, emendas e etc; são em suas medidas elitizadas, mas o amor... ah o amor é o retrato da simplicidade que pode brotar em qualquer coração.Seja rico ou pobre, negro ou branco, oriental ou ocidental, ou mesmo que seu coração já esteja entre as últimas batidas.
Pode-se ainda ouvir o som do amor que vai tecendo a sua melodia sublime e tornando belos os últimos suspiros da vida e tornando-os inesquecíveis pra quem fica, e assim fazendo especial mesmo que vá, assim como foi quando chegou. A força do amor atravessa as fronteiras da morte, e preserva cada lembrança por nós recolhida em todo o tempo do qual perdemos todo o controle.
O amor pode trazer de volta o brilho ao olhar de um cego, e melodia aos ouvidos de um surdo. Uma canção a uma língua que nada diz e exalar o melhor perfume a um olfato defeituoso.
O amor floresce por dentro; brota do profundo da alma. Sai quebrando as barreiras da nossa limitada existência e faz o coração bater mais forte e entender cada batida como a perfeição perfeita, o que a torna ainda mais forte. Não pela força do seu cintilar, mas pelo impacto que causa na nossa vida. O amor jamais acaba.

Obrigado por ler a postagem

Italo Chesley